Olá!

Muitas das pessoas que me acompanham aqui no blog ou nas redes sociais nem imaginam como é que “vim parar” à frente do Processo Hoffman, este treinamento que aplico há mais de trinta anos com todo o meu amor. Então, hoje, decidi contar um pouquinho da minha história e, também, compartilhar 4 aprendizados que obtive durante a minha jornada – e que, certamente, valem ouro (a verdade é que eu gostaria que alguém tivesse me dado essas 4 dicas lá atrás, quando tudo isso começou).

Pois bem, há três décadas, quando concluí o Processo Hoffman pela primeira vez, eu estava prestes a me aposentar num cargo importante em uma instituição financeira importante. Acontece que nada daquilo me dava propósito. Eu não me via cumprindo uma atividade que me fizesse pensar: “poxa, como isso faz diferença!”. Veja, sem desmerecer os bancários; sem eles, nós teríamos uma dor de cabeça incalculável!

O que quero dizer é que o verdadeiro sucesso profissional requer que estejamos conectados com nosso propósito, seja ele qual for. Costumo sempre dizer que o seu propósito de vida é seu, e de mais ninguém. Então, cabe a você determinar PARA QUE VOCÊ ACORDA TODOS OS DIAS.

Quando eu me dei conta de que estava vivendo fora do meu propósito, me planejei, segui o meu plano e deixei tudo para trás para correr atrás do meu sonho de ajudar mais e mais pessoas a partir do Autoconhecimento. Hoje, sou muito, muito mais feliz profissionalmente do que imaginei ser quando trabalhava no banco. Mas, para que chegasse até aqui, precisei justamente absorver e colocar em prática esses 4 passos que compartilho a seguir. Vamos juntos?

 

o verdadeiro sucesso profissional requer que estejamos conectados com nosso propósito, seja ele qual for. Costumo sempre dizer que o seu propósito de vida é seu, e de mais ninguém. Então, cabe a você determinar PARA QUE VOCÊ ACORDA TODOS OS DIAS.

1º aprendizado: reconheça e abrace seus medos

O medo é uma emoção comum a todas as pessoas. Esse sentimento está igualmente presente na rotina dos profissionais a quem mais admiramos, bem como no dia a dia de qualquer pessoa que almeje a liderança e/ou o sucesso (em qualquer âmbito, não apenas no aspecto profissional).

Por isso, costumo dizer que a grande diferença entre os profissionais de sucesso e os malsucedidos é que os primeiros reconhecem seus medos e pontos fracos, enquanto os segundos permanecem cegos quanto às próprias falhas – afinal, acreditam que precisam alcançar a perfeição a qualquer custo. Os grandes profissionais são e serão aqueles com a Autoconsciência necessária para encarar e lidar com as próprias deficiências, bem como com os próprios acertos e virtudes.

Profissionais que reconhecem seus próprios pontos fortes e fracos conseguem definir melhor os caminhos que precisam seguir para chegar aonde desejam. Além disso, também funcionam melhor em equipe, porque conseguem comandar, estimular e obter comprometimento a partir da fala positiva e da capacidade de se colocar no lugar do outro.

O profissional autoconsciente é capaz de compreender e respeitar as características individuais de cada um dos seus colegas de trabalho; assim, torna-se apto a estimulá-los e a trabalhar em equipe de acordo com suas próprias peculiaridades.

 

2º aprendizado: assuma a responsabilidade por si mesmo(a)

As pessoas com alto grau de Autoconhecimento têm a habilidade de reconhecer os próprios acertos e erros. E, consequentemente, de aplaudir a si mesmas pelo o que deu certo, bem como perdoar a si mesmas pelo o que não deu – para seguir em frente com uma nova tentativa de superar obstáculos sem culpa e sem autocrítica excessiva. Isso tem tudo a ver com resiliência, aliás, diria até que essa é a habilidade que fomenta a resiliência.

Nós, seres humanos, insistimos em buscar a perfeição e ignoramos que essa busca é vã. É impossível ser perfeito, seja qual for o sentido que se atribua ao conceito de perfeição. E enquanto não temos consciência e aceitação das nossas imperfeições, sempre que nos vemos expostos a elas, tendemos a nos tornar ainda menos adaptáveis e ainda mais rígidos.

A resiliência vem dessa aceitação das nossas imperfeições, da capacidade de perguntar PARA QUE isso está acontecendo, em vez de ‘POR QUE’. Mudar o foco é preciso e isso, muitas vezes, envolve sair da posição de vítima para assumir a responsabilidade pelos acontecimentos.

 

3º aprendizado: não deixe as conversas difíceis para depois

Primeiro é importante ressaltar que, em algum momento da vida, é certo que você estará diante de uma ‘conversa difícil’, até porque esses diálogos fazem parte de nosso desenvolvimento. E, se procurarmos evitá-las, é praticamente certo também de que criaremos uma crise mais à frente, é só uma questão de tempo.

O problema é que muita gente empurra a ‘conversa’ com a barriga ou vai escondendo suas questões debaixo do tapete e pelos mais diversos motivos: porque é constrangedor, porque não é fácil, porque não quer se expor, porque tem medo do que o outro vai pensar… Enfim, só está adiando e, muitas vezes, aumentando o problema. Nesse caminho, quando não dá mais para esconder a conversa, o que a gente faz?

Faz o difícil ficar bem complicado: você defende suas ideias sendo arrogante, prepotente, agride o outro ou acaba por se sentir humilhado, e se defende também devolvendo na mesma moeda. Você fica com dois problemas! A conversa que já era difícil, mais a mágoa, o ressentimento, a vingança… e tudo gerado por um diálogo malconduzido. Não teria sido mais fácil encarar a conversa logo de cara?

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4º aprendizado: busque ajuda, sempre! 

Não tenha medo de pedir ajuda. E ajuda em todos os sentidos. Não tenha medo de procurar apoio terapêutico, de realizar acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, de buscar novos caminhos que possam lhe trazer novos resultados.

Hoje, muitos profissionais e cursos são especializados no desenvolvimento pessoal e profissional, e eu mesma sou prova do quanto essa ajuda por ser bem-vinda e impactante.

Como disse, foi o Processo Hoffman que me trouxe até aqui. Depois do treinamento, eu pude olhar para minha história; entender como e com quem eu havia me tornado quem me tornei. Aplaudir minhas conquistas e meus acertos; eles são meus, eu os alcancei por mérito próprio e, portanto, ninguém melhor que eu para celebrá-los.

Perdoei a mim mesma pelos meus erros e então cheguei a esse lugar transformador: o que eu posso fazer de diferente hoje, agora, para mudar a minha realidade? Para alcançar meus objetivos? Para que a Autoliderança, a positividade e a felicidade estejam presentes diariamente na minha vida? Há mais de 30 anos, o que eu faço é o Processo Hoffman. E minha proposta é que todos comecem essa revolução, essa transformação que “causará” o sucesso.

Espero que minhas dicas tenham lhe ajudado!

Até a próxima.

Temas:

CEO do Centro Hoffman, é expert em Autoconhecimento e Inteligência Comportamental, considerada uma das maiores especialistas no método Hoffman no Brasil. Palestrante, Coach, Master Practitioner em PNL, Consteladora Sistêmica, autora de "O Mapa da Felicidade" e de "Perdão, A Revolução que Falta", além de coautora de mais sete livros sobre Gestão de Pessoas, Liderança e Coach.

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