Olá!

Ao longo de toda essa semana, estou aqui na Alemanha, a convite de uma grande amiga (que, não por acaso, também é ex-aluna do Processo Hoffman). Ela já reside aqui há bastante tempo e me chamou para participar de uma iniciativa muito especial: falar para um grupo de mulheres que são líderes, empreendedoras e, como ela, também vivem fora do Brasil.

Foi assim que vim parar em Munique e Frankfurt. Confesso que estava ansiosa e curiosa com o público que viria a encontrar, mas a verdade é que não poderia estar mais feliz com o trabalho que realizamos juntas.

A verdade é que, no Brasil e no mundo, o universo feminino está passando por profundas transformações. As mulheres estão mais empoderadas do que nunca e sedentas por um novo lugar, um novo jeito, uma nova forma de ser, de ocupar e de exercer a sua feminilidade. Por mais tempo do que deveríamos, permanecemos referenciadas no masculino, na forma como os homens lideram, comandam e inovam, e, agora, é como se tivéssemos decidido por um levante universal em favor do poder feminino – o que está absolutamente correto!

E foi sobre isso que falei a essas mulheres na Alemanha. Embora vivam numa sociedade muito diferente da brasileira, elas também estão em busca desse novo espaço e lugar. A reconstrução do feminino é um movimento mundial e, agora, não há mais volta: temos de seguir em frente, juntas, para que possamos obter as transformações desejadas.

 

Março de 2020: o Curso Só Para Mulheres chega à Alemanha

Alguns anos atrás, eu concebi o Curso Só Para Mulheres, um treinamento com 20 horas de duração inspirado na metodologia Hoffman, mas que também reúne outras propostas – como roda de cura, reconstrução do feminino, autoliderança e empoderamento a partir do autoconhecimento.

Lá, naquele momento em que pensei nessa iniciativa, a discussão sobre o feminino não estava nem perto de efervescer como agora; as pessoas não estavam, ainda, engajadas em debater o papel da mulher na sociedade como estão nesse momento. Ainda assim, a minha motivação já era a de levantar esse debate: quem você é, como mulher? Sem a referência do mundo dos homens, o que você pensa, sente e acredita que é seu papel?

Foi pensando nessas questões que preparei o “Só Para Mulheres”, além de uma série de palestras e workshops voltados para o público feminino. Tudo porque assisti, na prática, a muitas mulheres poderosas, geniais, inteligentes, amorosas e completamente capazes deixarem de exercer essas competências porque estavam presas às próprias crenças do que significa ser mulher.

Numa sociedade que se baseia tão profundamente nos valores e práticas masculinas, a construção do feminino também acaba referenciada nesses mesmos valores e práticas. Como consequência, as mulheres que desejam liderar, por exemplo, só conhecem uma forma de fazê-lo, que é o modelo masculino; as que desejam expressar sua força, sua independência e até sua tristeza também, muitas vezes, recorrem aos paradigmas criados e aceitos pela sociedade – sem perceber que isso não condiz com quem são.

Então, essa foi e continua a ser a minha pergunta para as mulheres que desejam ir além: sem a referência no masculino, qual é o SEU poder feminino?

A proposta do “Só para Mulheres” é fazer com que reconheçam as crenças limitantes que trazem sobre ser mulher. É permitir que olhem para si, para suas próprias histórias, e percebam de que maneira essas crenças têm impedido seu sucesso. E, por fim, é lhes dar as ferramentas para que possam ser apenas e justamente as mulheres que querem ser, como querem ser.

Estarei de volta à Alemanha no mês de março de 2020 para ministrar esse curso (se quiser saber mais, me escrevea: [email protected]). E, se tudo correr como essa última semana, mais uma vez terei sido agraciada pelo convívio com mulheres muito dispostas a ocupar o seu verdadeiro papel no mundo!

Temas:

CEO do Centro Hoffman, é expert em Autoconhecimento e Inteligência Comportamental, considerada uma das maiores especialistas no método Hoffman no Brasil. Palestrante, Coach, Master Practitioner em PNL, Consteladora Sistêmica, autora de "O Mapa da Felicidade" e de "Perdão, A Revolução que Falta", além de coautora de mais sete livros sobre Gestão de Pessoas, Liderança e Coach.

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