Olá!

A física chama de resiliência a “propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação”.

Fora da ciência, temos chamado de resilientes as pessoas capazes de agir mais ou menos da mesma forma: elas têm recursos internos para se adaptar e superar as situações adversas, para suportar a pressão e lidar positivamente com eventos traumáticos.

Mas, para a metodologia Hoffman, o conceito vai além: resiliência é desenvolver a coragem e sabedoria interna necessárias para não mais retornar à forma anterior e, sim, aprender um novo jeito de ser, de fazer e de existir graças às adversidades enfrentadas. É compreender que nada acontece por acaso e que, portanto, só nos resta abraçar o papel de aprendiz para viver cada experiência sob essa perspectiva.

Costumo dizer que nós, seres humanos, temos a incrível capacidade de nos adaptar a realidade, por pior que seja. Faz parte da nossa natureza! Mas o conformismo, sozinho, não nos leva a lugar nenhum; pelo contrário, até atrapalha nossa jornada. E é aí que a resiliência entra, como uma capacidade de nos mover adiante, sem medo de falhar, sem medo de ‘dar errado’, sem medo do que virá depois.

A verdade é que, embora o uso desse termo seja relativamente recente, a resiliência é uma habilidade historicamente comum às pessoas bem-sucedidas. Na política, nas artes, nas ciências, há diversos exemplos de personalidades a quem admiramos porque seus feitos sobreviveram ao tempo e, assim, servem de inspiração até hoje. Mas, pode reparar: em comum, muitas dessas pessoas só obtiveram suas glórias depois de transformar uma ou mais adversidades em oportunidades de crescimento.

Esses líderes inspiradores e criativos mudaram o rumo da história com sua resiliência. Diante dos problemas, traumas, crises e perdas que enfrentaram, recorreram à força, criatividade, equilíbrio emocional, flexibilidade, perseverança e empatia como resposta. E, assim, foram vitoriosos.

E, então? Isso, por si só, me parece um bom motivo para lhe convencer a investir nesta competência – afinal, em meio a tantas dificuldades, tantas mudanças de cenário, tantos riscos, perigos, medos e inseguranças pelos quais temos passado, essa habilidade certamente lhe trará melhores resultados!

 

Costumo dizer que nós, seres humanos, temos a incrível capacidade de nos adaptar a qualquer coisa e realidade, por pior que seja. Faz parte da nossa natureza! Mas o conformismo, sozinho, não nos leva a lugar nenhum; pelo contrário, até atrapalha nossa jornada. E é aí que a resiliência entra, como uma capacidade de nos mover adiante, sem medo de falhar, sem medo de ‘dar errado’, sem medo do que virá depois.

Para começar, resiliência tem tudo a ver com positividade

Nunca conheci uma pessoa resiliente que não fosse, antes de tudo, positiva. Positividade, vale lembrar, anda lado a lado com o otimismo: como sempre digo, essas duas habilidades são essenciais para quem quer ganhar mais saúde, bem-estar e longevidade.

E não sou eu que estou afirmando, mas, sim, a ciência. Diversos estudos realizados ao redor do mundo já concluíram que nossos pensamentos e sentimentos são capazes de nos influenciar tanto para o bem, como para o mal. Isso porque, segundo os pesquisadores, o nosso corpo responde em nível celular às emoções, sejam elas boas ou más.

Portanto, quando praticamos a positividade e o otimismo, influenciamos nosso organismo a reagir melhor aos acontecimentos – mesmo que esses episódios tenham despertado tristeza, raiva, mágoa ou qualquer outra emoção negativa.

Na prática, o que a positividade e o otimismo fazem é mudar a nossa perspectiva:

Em vez de perguntar “por que isso me aconteceu?” e ficar preso(a) ao passado em busca de uma explicação racional para o que já foi;
Você questiona a si mesmo(a) “para que isso me aconteceu?” e finca os pés no presente em busca de ferramentas que lhe ajudem a construir efetivamente um novo futuro.

Veja que não se trata de viver à Pollyanna (ou seja, de fingir que tudo está bem, quando não está), mas, sim, de encontrar um lugar interno onde se acredite, de verdade, que tudo ficará bem – afinal, você terá recursos para fazer com que fique tudo bem.

 

Resiliência faz bem para todos os seus relacionamentos – inclusive o que mantém consigo mesmo(a)

Você já parou para pensar na importância e no impacto dos relacionamentos na sua vida? A sua família, seu parceiro ou parceira, seus filhos, seus colegas de trabalho, seus amigos, seus líderes, enfim, absolutamente todas as pessoas com quem você se relaciona têm algo novo para lhe ensinar todos os dias.

Se você estiver de ouvidos, mente e coração abertos, compreenderá o que estou lhe dizendo: se não se trata de um conteúdo prático, teórico ou técnico, o que eles estão fazendo é, pelo menos, lhe ensinar algo sobre você mesmo(a)!

Costumo dizer que as pessoas são nossas placas de sinalização. Por meio delas, somos capazes de perceber a maneira como temos nos comportado – e quais das nossas ações são vistas como positivas ou quais não são tão legais assim.

Pessoas resilientes estão sempre aprendendo por meio de suas relações, mesmo que não o façam de maneira consciente. E, simultaneamente a isso, elas estão sempre alimentando suas relações com sua própria resiliência.

Afinal, na resiliência, o que fazemos, como disse, é lidar melhor com as adversidades da vida (porque temos total consciência de que mais dia, menos dia, obstáculos surgirão à nossa frente). Então, quando estamos diante de um problema, em vez de nos desesperar, em vez de responder com medo, aflição, raiva ou qualquer outra emoção negativa, nós naturalmente nos conectamos à nossa empatia e à nossa positividade em busca de soluções – mesmo que as únicas opções possíveis sejam esperar ou nos conformar com o que houve.

Veja como isso é importante e faz diferença para qualquer relacionamento, até mesmo para aquele que você estabelece consigo. A casa foi roubada, os resultados do projeto ficaram abaixo do esperado, um problema de saúde apareceu… Seja qual for o obstáculo, com resiliência, você até reconhece e abraça as dores que surgem naturalmente dessas situações; mas, logo, se posiciona e recorre às suas melhores habilidades para alimentar sua capacidade de superação.

Na prática, pense comigo por um instante: quem você contrataria? Alguém que, diante de uma dificuldade, apresenta comportamento proativo e positivo; ou um profissional que só reclama e nem mesmo busca saídas para aquela situação?

Quem você elegeria como melhor(a) amigo(a): alguém que, ao tomar conhecimento de seus problemas e dores, recorre à empatia para procurar possíveis alternativas ou soluções; ou uma pessoa que apenas se sente e lamenta ao seu lado, sem lhe oferecer perspectivas quaisquer?

Bem, não sei você, mas eu sempre prefiro o resiliente!

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Na prática, isso é o que a resiliência traz para sua vida

A resiliência gera paciência e aceitação: quando não há nada que possa ser feito imediatamente, não há nada que possa ser feito imediatamente. Esperar, às vezes, é a maior sabedoria humana.

A resiliência gera flexibilidade: se assim não deu certo, o que mais posso fazer? Qual outro jeito, outro caminho, outra possibilidade?

A resiliência gera inovação e criatividade: em vez de “por que”, o “para que” vai lhe fazer andar a passos largos em busca de respostas que realmente tenham algum significado e importância.

A resiliência gera equilíbrio emocional: em vez de controlar suas emoções, você as enxerga, as reconhece, as abraça e diz, para si mesmo(a), que está bem, que foi duro, que magoou, irritou ou causou uma dor imensa, mas e agora? Como eu sigo em frente?

A resiliência gera decisões mais eficazes e efetivas: se você acredita que nada acontece por acaso, seu medo de falhar diminui consideravelmente – afinal, se você falhar, isso também não terá acontecido por acaso e você tirará, daí, um grande aprendizado. Então, suas decisões se tornam mais eficazes.

Por fim, o que a resiliência faz é lhe colocar em plena e total sintonia com seu propósito de vida. Aliás, uma coisa alimenta a outra: se você é capaz de se adequar às adversidades e de transformá-las em molas propulsoras, o que está fazendo, em suma, é conquistar mais e mais recursos para honrar sua própria vida e existência.

Tudo isso, é claro, só é possível por meio do Autoconhecimento. Você só será capaz de desenvolver sua resiliência se, antes, puder olhar para si e se apropriar da sua trajetória, das suas imperfeições e das suas competências inerentes.

Estudos já comprovaram que o Processo Hoffman, vivência de Autoconhecimento que aplico há mais de 35 anos no Brasil, tem a resiliência entre seus principais ganhos. Se quiser saber mais sobre este treinamento, clique aqui e preencha o formulário. Minha equipe entrará em contato com todas as informações que você precisa.

Espero que tenha gostado de mais esse conteúdo!

Nos falamos em breve!

Temas:

CEO do Centro Hoffman, é expert em Autoconhecimento e Inteligência Comportamental, considerada uma das maiores especialistas no método Hoffman no Brasil. Palestrante, Coach, Master Practitioner em PNL, Consteladora Sistêmica, autora de "O Mapa da Felicidade" e de "Perdão, A Revolução que Falta", além de coautora de mais sete livros sobre Gestão de Pessoas, Liderança e Coach.

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